sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Pablo Neruda...



"Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te, como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor, a sangue e fogo."

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Ci>> O Que fazer quando se está confuso e não se sabe se fala ou cala? se falamos, podemos perder... se calamos, perdemos... é um sentimento de dúvida que queima o peito, que mata um pouquinho por dia, que tira o sono! Devemos abrir os verdadeiros sentimentos e arriscar o afastamento que isso venha a causar, ou devemos guardar isso para o tempo certo? e qual é o tempo certo? Quando podemos ter a certeza de que algo é feito por nós, para nós? Se ao menos pudessemos ter esta certeza, a certeza de que o sentimento nos pertence, talvez arriscassemos abrir o coração, e esquecessemos os medos, os freios... Eu tenho medo de me entregar... não sou de ferro, e ser fisgada me amedronta... mas uma certeza eu tenho: eu quero, eu desejo estar com você um dia, e como diz o provérbio indiano, "desejo com meu desejo inteiro, como ao ar que respiro", e a todo instante atraio este pensamento amado, e aumento este desejo dentro de mim... mas não consigo falar abertamente, somente mostrar por gestos! FALAR EU TE AMO NÃO DIZ TUDO ... Pero es muy cierto que aún espero, todos os dias, aún espero por ti, mi paixão!...(tu sabes!)

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