domingo, 23 de agosto de 2009

Retroceder pode ser a principal atitude para evoluir!

Muitas vezes nós ficamos procurando por respostas nas nossas vidas, mas na verdade deveríamos estar revendo as nossas perguntas. Será que estamos formulando as verdadeiras e mais importantes questões para a nossa existência?
Evoluir não significa apenas caminhar, mas principalmente refletir sobre os nossos passos, retroceder, rever e por vezes repaginar o que está sendo feito! Muitos dizem “a fila tem que andar”, como se não devêssemos refletir sobre aquilo que vivemos, como se fosse errado “perder tempo”, mas não é bem assim... Muitas vezes “a fila tem que aguardar”, pois a ordem ou a desordem dos fatos e das pessoas em nosso destino não estão exatamente no lugar em que deveriam estar e é preciso reorganizar a casa, os sentimentos e as decisões.
Os nossos medos podem nos tornar mais corajosos, as nossas fraquezas mais fortes, as nossas desilusões menos apegados as nossas projeções e fantasias, os desafios mais criativos. Olhar para dentro de nós mesmos requer coragem e muita, muita humildade! Aceitar as nossas imperfeições como parte integrante da nossa essência e amarmo-nos não apesar delas, mas especialmente por elas, nos faz entender que elas têm um precioso papel: Esvaziar o nosso ego.
Quando esvaziamos justamente aquele que nos impulsiona ao orgulho, nos contaminamos menos com o que vem de fora e nos conectamos mais com o que vem de dentro.
Retroceder é libertador, faz-nos olhar o ontem com os olhos do amanhã e perceber onde podemos ser melhores hoje. Retroceder não quer dizer regredir, mas recuar para percebermos onde ainda estamos frágeis e, principalmente, meditar sobre quem verdadeiramente somos. Óbvio que não devemos ficar presos ao passado, mas tampouco jogá-lo no lixo, ele faz parte da nossa história. Economistas, historiadores, filósofos, psicólogos, sociólogos, médicos, antropólogos... Todos ao seu modo retrocederam para estudar, analisar e compreender o homem e a sua interação como o mundo. Só assim puderam revolucionar as suas áreas de atuação.
Nós também temos esse dever de retornar a nós mesmos, prestar mais atenção em nosso próprio reflexo, não como narcisos de modo superficial, mas com profundidade, mergulhando fundo nas nossas verdades. Só assim poderemos reescrever novas páginas com novas cores, novos hinos, novos poemas, como novas verdades e sonhos inusitados. Retroceder para se reinventar. Retroceder para viver de verdade!

(Lígia Guerra é escritora e psicóloga, especialista em psicologia analítica e do trabalho, autora do livro “O segredo dos invejáveis”. Dedicada aos estudos da psicologia hinduísta, Lígia foca seu trabalho na integração entre o corpo, a mente e o espírito.)

***********************************************
Ci>> ups & downs... assim vamos vivendo, um dia por vez, um tijolo colocado por vez, sedimentado a cada dia... ahhhh, a estrada não é fácil, é longa, e muito deserta... há momentos que de tão deserta nos faz sentir mortos, tristes, como se estivéssemos vazios e desertos também... mas como diz uma sábia amiga: 'é necessário esvaziar o copo para encher novamente, uma água nova, uma água diferente, cheia de oxigênio novamente'... tudo diferente todo dia me faz sentir uma vida nova todo dia... e que amanhã eu esteja tão bem e tão esperançosa para esperar o meu depois de amanhã...


Um comentário:

  1. De algo estoy segura
    Hoy no siento lo mismo
    A veces dudo si mi corazón
    Te ha hecho caer en un oscuro abismo
    De algo estoy segura
    Ya no eres el fantasma
    Que me rondaba haciendo un callejón
    Cada segundo donde te pensaba

    No siento la llamada de tu piel
    Ya no termino con la piel en llamas
    No sé mañana, sé de hoy y

    Hoy no es amor, no es ternura
    No es odio, ni amargura
    Hoy he salido de ti, bordeando la locura
    Hoy no es pasión lo que siento
    No es pena, ni tormento
    Hoy he salido de ti y entre lágrimas
    vi romperse el firmamento

    De algo estoy segura
    No sabes lo que sientes
    Pero no quieres que me lleve el mar
    Por si me pierdes entre la corriente
    De algo estoy segura
    Lo nuestro está en tus sueños
    Y tienes miedo a hacerlos realidad
    Por si descubres que así no te quiero

    No siento ganas de luchar por ti
    Ya no me dejas a morir por dentro

    Te dejo la llamada de mi piel
    Mientras decides sí o no te dejo
    Y no te miento, sé que siento que

    Hoy no es amor, no es ternura...
    No es odio, ni amargura
    Hoy he salido de ti, bordeando la locura
    Hoy no es pasión lo que siento
    No es pena, ni tormento
    Hoy he salido de ti y entre lágrimas
    vi romperse el firmamento

    ResponderExcluir