terça-feira, 27 de outubro de 2009

Anástrofe

TOLO, não é quem procurar riqueza.
Somos na infância impingidos com o mel da avareza.

OURO é moldado de varias formas.
Para poder representar a ostentação que nos arvora

POUCO do que produzimos durante a vida fecunda.
Acabamos levando conosco para a tumba.

SOMOS guiados para o avaro rito.
Sem sequer conhecer ou avaliar seu objetivo.

OSSO, sem pele ou entranhas é o que resta.
No fim do ciclo que indelével apressa.

Com o mel da avareza. Somos na infância impingidos.
Não é quem procurar riqueza. TOLO.

A ostentação que nos arvora. Para poder representar,
é moldado é de varias formas. OURO.

Conosco para a tumba. Acabamos levando,
do que produzimos durante a vida fecunda. POUCO.

Seu objetivo. Sem sequer conhecer ou avaliar,
guiados para o avaro rito. SOMOS.

Do ciclo que indelével apressa. No fim;
sem pele ou entranhas é o que resta. OSSO.


Somos na infância impingidos com o mel da avareza.
TOLO! Não é quem procurar riqueza.

Para poder representar a ostentação que nos arvora.
OURO! é moldado de varias formas.

Acabamos levando conosco para a tumba.
POUCO! Do que produzimos durante a vida fecunda.

Sem sequer conhecer ou avaliar seu objetivo.
SOMOS! Guiados para o avaro rito.

No fim do ciclo que indelével apressa.
OSSO! Sem pele ou entranhas é o que resta.


CãRiùá -TaTaRaNa
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Ci>> P-E-R-F-E-I-T-O!!!!!!!! Amigo, teu poema deveria estar em um quadro em
cada uma das casas do mundo, só assim as pessoas dariam mais valor ao que
realmente interessa nesta vida! Um beijo grande, obrigada!

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