segunda-feira, 2 de novembro de 2009

ESCREVENDO POEMAS

Escrevendo poemas,
o poeta liberta a alma, esquece dilemas,
recupera a calma.
O poeta diz o que sente, por vezes parece demente,
trabalha insanamente, sem descanso para a mente...
Nos momentos de inspiração, seja qual for a situação, o poeta solta o que tem no coração,
liberta sua emoção.
Não é nada programado, num repente, está inspirado...
e escreve arrebatado, sem ver o que tem a seu lado.
Pensa em tudo e em nada, liberando sua alma apaixonada.
Tanto escreve para a amada, como para uma alma abandonada.
Não tem situação e nem hora, quando a idéia aflora, escreve sem demora, senão a inspiração vai embora.
O poeta só quer que todos se amem, de sua arte não reclamem.
Quer viver do amor... com amor... Amando o amor com fervor...
(Autor Marcial Salaverry)

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Ci>> o poeta acorda altas horas da noite, coloca prá fora tudo o que sente, chora através das letras, exprimindo aquilo que mais lhe dói... cativa pela dor, mas só ele sabe o quanto dói seu maior silêncio, seu maior segredo. é um incompreendido em busca de alguém que o leia e entenda o teor de suas palavras... é um ser em busca de uma luz maior que explique a que veio neste mundo, e o que o espera, o que mais falta, e quando tudo enfim se tornará paz dentro dele mesmo. O Poeta não deixa de pensar nem um minuto se quer, acorda esbaforido de sonhos loucos que só para ele fazem sentido, perde o sono, e vai escrever... busca traduzir cada uma das lágrimas que derruba, e incrivelmente, até nessas horas, se preocupa mais com o que os outros vão pensar de suas palavras, do que com a própria angústia exposta.

"...they say that all poets must have an unrequited love... (yes, they do), as all lovers must have thoughts provoking fears!...but holding on to you, means letting go the pain..." (Terence Trent D'Arby)

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