segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fazer amor

Fazer amor vai muito além do contato físico, não se restringe ao estímulo de sensações. Também não é impressionar o outro com suas “qualidades” na intimidade.
Muitos, banalizam o ato sagrado, e o transformam em profano. Outros, não têm idéia do real significado da palavra.

Decepções? Posses? Frustrações?

O grande equívoco das pessoas é criar expectativas acerca do outro.
Sentimento não se impõe, e menos ainda se exige, nem se espera. Ele acontece naturalmente, é involuntário, espontâneo.
E dentro da naturalidade, flui delicadamente cada momento: Intensamente, cada um sendo a si mesmo!
Fazer Amor é sentir a essência. É envolver com ternura, ser gentil em cada atitude, compreender os momentos difíceis do outro, é estar ao lado, mesmo que em silêncio.
Fazer Amor é às vezes ficar confuso diante de tanta intensidade, chegando a ponto de duvidar da existência do sentimento! E ao mesmo tempo, é ter a convicção de que só ele é que move o mundo, as pessoas, e a si mesmo!
Fazer Amor é estar ao lado da pessoa amada todo o tempo, e ainda assim, sentir saudades.
Fazer Amor é mesmo estando longe, ter a certeza que seu coração pertence a alguém, e que o coração deste alguém, pertence a você. E mesmo assim, preservar a individualidade, respeitando os caminhos que se seguem
(Fernando Carrara)
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Ci>> é falar por gestos, transcrever o que se sente, buscar o que não se tem... é ver, rever, ver denovo, e não cansar de repetir! é olhar, esperar, acreditar que é possível! é incentivar a felicidade do outro, ainda que ela não esteja ao seu lado, mas ao lado de um (a) rival. É transcender, ir além do que é conhecido, e viver um amor como poucos já viveram. Fazer amor é alimentar a alma de coisas boas, de energias boas, acima do egoísmo do corpo e do que é humano! Voulez-Vous???

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