quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Atritos

   ATRITOS 
Por Roberto Crema  

 

Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.
 
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.
 
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas
 
Faz parte...
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.
 
Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...
 
Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de Deus,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
 
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago.
 
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade,
a de amar...
Mas temos que aprender como.
 
Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar
 
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
 
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esse sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
 
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.

 

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CI>> FELIZ 2011!!!!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz Ano Bom... Feliz Ano Novo, Feliz TUDO Novo!!!

Feliz 2011!
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano,
Foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos... Aí
entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e
outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
Para você, Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você, Desejo todas as cores desta vida... Todas as alegrias que puder
sorrir.
Para você neste novo ano, Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, Que sua
família esteja mais unida, Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas...Mas nada seria suficiente.
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.... Desejos grandes...
Que eles possam te mover a cada minuto rumo à sua FELICIDADE! '

"Texto recebido da Ivone"

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Ci>> 2010 Foi dificil, mas foi bom... melhor que 2009.... que foi melhor que
2008, que foi melhor que 2007... então, 2011 vai ser melhor que 2010! Que
possamos aproveitar o melhor que recebermos para evoluir, e o pior tambem,
para aprender. Anos são ciclos, têm começo, meio e fim... e se voce parar e
prestar atenção, muito do que plantamos no início do ano, colhemos o
resultado no final dele... então, Que o Ciclo de 2011 seja inesquecível,
próspero e salutar para todos nós!

AVISO - O remetente desta mensagem é responsável por seu conteúdo e
endereçamento. Cabe ao destinatário dar a ela tratamento adequado. Sem a
devida autorização, a reprodução, a distribuição ou qualquer outra ação, em
desconformidade com as normas internas do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo (TJSP), são proibidas e passíveis de sanções.
Se eventualmente aquele que deste tomar conhecimento não for o destinatário,
saiba que a divulgação ou cópia da mensagem são proibidas. Favor notificar
imediatamente o remetente e apagá-la. A mensagem pode ser monitorada pelo
TJSP.


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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A Matemática do Amor

Sim, dá para calcular se seu relacionamento vai dar certo. A amizade vale 10; o desrespeito e a indiferença tiram pontos. Conferimos os detalhes dessa equação com o psicólogo americano John Gottman, que pesquisa o tema há 35 anos e criou o teste de conexão emocional

O amor não é ciência, mas a saúde de um relacionamento pode ser diagnosticada. Isso é o que faz o Ph.D. e professor emérito de psicologia da Universidade de Washington John Gottman em seu Love Lab, o Laboratório do Amor. Há 35 anos pesquisando relacionamentos, ele já acompanhou mais de 3 mil casais nos Estados Unidos, escreveu 37 livros e mais de 130 artigos.

Em 1996, fundou o The Gottman Institute ao lado da mulher, a psicóloga Julie Schwartz Gottman. Para prever as chances de sucesso conjugal, Gottman criou uma metodologia capaz de mensurar os ingredientes que fazem a receita amorosa crescer ou desandar. E garante que o índice de acerto dessa balança chega a 90%. A estratégia para avaliar o casamento consiste em várias etapas – de preenchimento de formulários até entrevistas filmadas, onde os casais relatam suas histórias e seus conflitos. Nessas sessões, cada cônjuge é equipado com sensores para monitorar batimentos cardíacos, grau de movimentos que faz na cadeira etc. A equipe do cientista analisa o material observando sinais posturais que revelam a dinâmica do casal para além do discurso verbal.

Ao longo de três décadas de pesquisa, foi ficando evidente que as atitudes que alimentam ou destroem um casamento se repetem e têm um grau de previsibilidade. Para Gottman, o tripé básico do casamento bem-sucedido é amor, confiança e respeito. Mas esse tripé não se sustenta se não for alimentado: é aqui que a amizade entra na conta de modo determinante.

Primeiro filho
Uma das fases de tensão do casamento é marcada pela chegada do primeiro filho. De acordo com os estudos de Gottman, cerca de 67% dos casais veem o casamento se deteriorar nessa fase. De 130 casais pesquisados, 25% se divorciaram nos cinco anos seguintes ao nascimento do primogênito. Isso acontece porque a libido da mulher costuma diminuir, ela se volta para o bebê e o marido deixa de ser prioridade para ela.

“O importante é entender que o filho que chega é dos dois. Considero que a obrigação do pai é a mesma da mãe. Foi Claudio que me ensinou a dar banho na Maria. Nós aprendemos juntos a criar nossas filhas”, explica Maria Fernanda. Mas, embora estivessem mais dedicados às crianças, nem ela nem o marido descuidaram da relação. “Depois de colocar as meninas para dormir, fazemos questão de ter um momento nosso. Ao jantar e tomar um bom vinho juntos, garantimos um tempo para conversar. E, se não der para sair, vemos um filme em casa mesmo.”

Erro de cálculo
Como saber se ele é o homem certo? Namorando. “O amor é míope e o namoro é um par de óculos”, diz Ailton Amélio da Silva, professor de psicologia da Universidade de São Paulo no seu livro O Mapa do Amor(Gente Editora). Ele desaconselha trocar alianças sob pressão, seja porque está grávida, seja porque a família ou o namorado insiste. E ninguém deve casar achando que vai “regenerar”o outro. Amélio afirma que algumas características mudam, as pessoas podem melhorar, porém as graves falhas de caráter raramente se alteram. Se o namorado nunca trabalha ou fica bêbado todo fim de semana, não imagine que mudará depois do casório. Fuja da raia caso o moço se revele: 1. mentiroso, 2. infiel, 3. desonesto, 4. violento, 5. machista, 6. egoísta.
Amigos íntimos
A amizade é decisiva porque favorece a conversa e facilita a criação da intimidade. “Conhecer o parceiro é essencial”, diz o psicólogo. Claro que o sexo e a paixão têm um peso importante. Mas, para manter o fogo aceso ao longo do tempo, é preciso ter um genuíno interesse pelo par e saber como lhe agradar. A amizade ajuda até no gerenciamento de crises. “Ela nos torna mais receptivos para ouvir o outro lado”, completa Gottman. Além disso, amigos adoram se divertir juntos.

A teoria foi comprovada na prática pela empresária Maria Fernanda Franco, 38 anos, e pelo gestor de recursos Claudio Fernandes, 39, casados há nove anos e pais de duas meninas, Maria, 6 anos, e Helena, 3. “Somos muito parceiros”, diz Maria Fernanda, frisando que um apoia o outro não só na dificuldade mas também no prazer. Quando Claudio começou a se interesser por vinhos, dei um curso para ele de presente.” Decisões que vão mexer com o cotidiano são tomadas em conjunto: “Foi o que aconteceu quando meu marido quis fazer mestrado. Ponderamos tudo juntos antes de ele partir para a ação. Sabíamos que seria muito puxado e ele teria menos tempo para a família”, diz Maria Fernanda.

Ser amigo é ótimo, mas ser amante também. Para isso, o casal desenvolveu algumas estratégias. “Ter banheiro separado é fundamental para preservar a privacidade – ninguém precisa ver o outro passar fio dental”, acredita Claudio. Ele aposta nas pequenas delicadezas para manter o romance, como presentear a mulher com uma joia no aniversário de casamento ou fazer questão de levá-la para jantar fora toda semana.

Contas impossíveis
Para quem está procurando um par ou tendo dificuldades com algum pretendente, é bom poder identificar as contraindicações. Gottman alerta que existem pessoas que não nasceram para casar. Os incapazes de confiar em alguém ou os emocionalmente frios se dão mesmo melhor em relações temporárias. Para o especialista, se a incapacidade de confiar é estrutural – ou seja, se vem desde a infância –, ela é irreversível.

Quanto às pessoas frias, o relacionamento só avançará se o par também for mais racional, sem expectativas de grandes emoções. Por fim, os estudos comprovam a famosa incompatibilidade de gênios. Quando um gosta de viver num clima de conflito e o outro não, é problema na certa. Idem para a situação em que um deseja discutir a relação e o outro foge disso – se ninguém topar mudar, o fracasso é apenas uma questão de tempo. Há ainda os tipos alérgicos a compromisso. É o caso dos egoístas ao extremo. Afinal, a natureza do casamento é a vida a dois. A advogada Paula* acredita que essa era a dificuldade do ex-marido.

Ele só se preocupava com os próprios assuntos. É um homem que se basta, não precisa de ninguém. Não agia assim só comigo, mas com todos ao seu redor.” Ela sentia que nada do que falava era importante para Marcelo*. Ele não a acompanhava em nenhum evento social ou programa com amigos. Por outro lado, Paula admite que o ex sempre se portou assim. Ela é que acalentava a esperança de que mudaria depois do casamento (veja o quadro “Erro de cálculo”). Isso não ocorreu e em três anos eles se separaram.

Para os românticos, que hesitam em misturar amor com números, Gottman frisa que é possível, sim, medir e analisar características e atitudes que facilitam ou dificultam a vida a dois. Não há, porém, método capaz de encontrar o parceiro “certo” para alguém. A flecha do cupido não está na mão da ciência. Tem coisas que só o coração explica. E ele sempre pode receber um novo amor, caso o antigo não tenha dado certo.

Os 4 cavaleiros do apocalipse
De acordo com os estudos do psicólogo John Gottman, 50% dos divórcios ocorrem até o sexto ano de casamento. Os motivos variam, mas estão associados a uma série de comportamentos tão destruidores que o cientista apelidou-os de “os quatro cavaleiros do apocalipse”. Uma parte desses venenos tem antídotos – que só funcionam se os parceiros tiverem realmente interesse em mudar para permanecer juntos.

1. Crítica
A pessoa tem uma lente negativa; só consegue ver erros, não reconhece os esforços e acertos do par.
Antídoto
Generosidade, capacidade de enxergar e valorizar o melhor do outro.

2. Defesa
Ataca para se defender e costuma culpabilizar o outro por todas as dificuldades da vida a dois.
Antídoto
Amizade e justiça. Imagine como agiria se, em vez do seu par, estivesse um amigo na sua frente. Isso ajuda a aumentar a confiança e a cortesia. E seja justa: admita também as próprias dificuldades em vez de só acusar seu par.

3. Indiferença
Nunca escuta o que o outro diz ou finge que não escutou.
Antídoto
Mais atenção e respeito à opinião e ao sentimento do cônjuge. Afinal, se nada do que ele fala interessa, por que insistir nessa relação?

4. Desprezo
Humilha, ridiculariza o parceiro e sente-se superior.
Antídoto
Não existe remédio nesse caso. Não há motivo para permanecer casada quando o desrespeito e o desamor se instalam.

Noris Martinelli (do Blog Amigos do Freud)


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Ci>> texto fantastico, acho que vou imprimir e deixar na bolsa para nao esquecer de fazer as contas... parece que o mundo esqueceu de prestar atenção nestes pequenos detalhes que fazem da relação algo palpável, fora do ambito "romance" ou "platonico"... se um vive para a relação, o outro normalmente vive fora dela; se um enxerga os detalhes, o outro se sente criticado; dificil encontrar um casal que queira enxergar junto e ao mesmo tempo como a "matemática do amor" faz sentido, quando se pensa com a cabeça, e não com o próprio umbigo. Sim, pq a relação que vale a pena é a relação que envolve amor, mas principalmente raciocinio e desprendimento do proprio umbigo. Fazia tempo que eu não encontrava um texto tão interessante, hein...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Então...

Para ser feliz, não é preciso pretexto,
motivo, intuito ou provocação.
 
Nascemos assim e pronto!
 
A residência do problema está no seguinte dia
em que abandonamos a placenta aquática.
 
É preciso um pouco de sorte com
os responsáveis escalados pela nossa sobrevivência.
 
Não raro tornamo-nos objetos abjetos fadados a subserviência
e aí a felicidade não vai embora mas entra de "folga"
e algumas esquecem de retornar ao trabalho.
 
É impossivel ter alguma satisfação sendo "capacho",
constrito ou encarcerado.
 
Pois:
 
"Felicidade não se busca. Recupera!"
 
 
Cãriùá - TaTaRaNa
 
 
 
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Ci>> concordo em genero, numero e grau meu amigo... Felicidade não se busca, se recupera, como um estado de Espírito... bom ou mau, ele já existe dentro de nós...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mana da Segunda - Gratidão Pelo Nosso Trabalho

MANÁ DA SEGUNDAGratidão Pelo Nosso Trabalho
Por Robert J. Tamasy

Esta semana milhões de pessoas em todo o mundo participarão de alguma forma
da comemoração anual do Dia de Ação de Graças- Dia de Gratidão. Nos Estados
Unidos é feriado nacional. Mas independentemente do país ou cultura, a
expressão de agradecimento intencional é sempre apropriada.

A maior parte dos leitores do Maná da Segunda dedica-se ativamente às suas
responsabilidades profissionais. Portanto, é adequado considerar o ato de
gratidão com relação à nossa vocação e carreira. Frequentemente alguns se
referem ao trabalho como "mal necessário", mas na verdade, ele é tudo menos
isso. Considere alguns dos aspectos positivos do trabalho:

É meio para expressão e uso de nossas habilidades, perícia e talentos.
Ajuda a dar significado e propósito à nossa vida.
Oferece oportunidades para perseguirmos nossas paixões–interesses e causas
que nos levam a antecipar o início de um novo dia com entusiasmo.
Proporciona-nos possibilidade de servir a outras pessoas de diversas
maneiras.
Capacita-nos a realizar parte do nosso chamado como membros da criação de
Deus.

Lemos na Bíblia que Deus deu à raça humana uma missão: "Deus os abençoou e
lhes disse: Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra!
Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os
animais que se movem pela terra" (Gênesis 1.28). Teólogos chamam isso de
"mandamento cultural", em que Deus atribuiu a administração da Terra aos
seres humanos.

Quando muitos ainda vacilam sob os efeitos da economia global, sem trabalho
ou tendo necessidade de aceitar postos aquém de sua capacitação, ser grato
pelo trabalho pode representar um desafio. A maioria de nós, porém, está
empregada e tem muitos motivos para sentir-se grato e expressar sua
gratidão.

Claro que todo trabalho envolve elementos pouco desejáveis. Participar de
reuniões para alguns representa uma interrupção da tarefa que apreciam
fazer; para outros, reuniões são a parte mais significativa do trabalho.
Para outros (como eu), escrever é um aspecto prazeroso do trabalho; mas
outros preferem fazer qualquer coisa menos escrever. Mas o que torna o
trabalho intrigante é o fato de ninguém estar habilitado ou interessado em
fazer tudo sozinho. Precisamos das habilidades e experiências uns dos outros
para ter a satisfação de sermos parte de algo muito maior.

Ao pensar em como e porque ser grato pelo nosso trabalho, consideremos o que
a Bíblia diz:

Trabalho oferece meio de prover nossas necessidades. Não há como negar que é
através do trabalho que obtemos recursos para adquirir alimentos, roupas,
abrigo e outras necessidades. Trabalho também proporciona senso de dignidade
e realização. "O apetite do trabalhador o obriga a trabalhar;a sua fome o
impulsiona" (Provérbios16.26).

Trabalho pode ser fonte de prazer. Alguém disse: "Se você gosta do que faz,
jamais terá que 'trabalhar' um dia sequer de sua vida". Se você tem um
trabalho que corresponde aos seus interesses e habilidades é um
privilegiado. "Por isso conclui que não há nada melhor para o homem do que
desfrutar do seu trabalho, porque esta é a sua recompensa" (Eclesiastes
3.22).

Trabalho é oportunidade de servir a Deus. Nossos talentos e habilidades,
embora tenhamos que gastar anos para refiná-los, são um presente de Deus."Tudo
o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus,
dando por meio d'Ele graças a Deus Pai... Tudo o que fizerem, façam de todo
o coração, como para o Senhor e não para os homens" (Colossenses 3.17,23).

(Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders
Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA. Com mais
de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove
livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes
(fortes@cbmc.org.com))

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Ci>> Só quem começa algo de um grão de feijão e vê dar flor e frutos
posteriormente sabe o que é realmente amar o trabalho. Só quem planta o
embrião e colhe o ser já pronto para começar a vida pode dizer como é
gostoso acordar cedo, dar o sangue, estudar para se aperfeiçoar e ver aquele
embrião se tornar uma criança viva, feliz, que com alguns anos de
aprendizado, se torna um ser maior até atingir a maioridade moral, e andar
por suas próprias pernas. Assim é a nossa empresa, assim é a empresa do
empreendedor que começa sozinho, da mãe que busca o sustento do seu filho
antes de almejar um negócio próprio, de um ex funcionário humilhado que olha
para trás e vê que cada momento difícil resultou em um degrau acima, em
aprendizado para seu caminho atual. E há um Deus que enxerga tudo isso, o
esforço diário, as dificuldades, e que nos brinda com bons clientes, boas
relações, bons negócios. Demos Graças a Deus então, mesmo não estando nos
EUA, agradeçamos pela bondade daquele que nos dá todos os dias a
oportunidade da Superação por nós mesmos! Workaholic? Só um pouquinho!!! :D

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CRIAR JUÍZO ??

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,
contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente
uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.

Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro
de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas
vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela
metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a
imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos
do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel
ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se
obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na
vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente
sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10
mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o
que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase
mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não
agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos
(devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores,
vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração
saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia. Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate,
um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem
macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.

(Autor Desconhecido - recebido da Noely)
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Ci>> é colega, um dia na vida a gente tem que "despirocar", nem que seja prá
acertar a direção e começar denovo... TODO MUNDO tem este direito!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Eu, Aqui e Agora

TEXTO DESTA SEMANA NA AGENDA ATITUDE 2010
Recentemente fiquei comovida ao ler uma poesia chamada "Pano de chão", do poeta Michio Mado:
Quando volto para casa em um dia de chuva o pano de chão está me esperando com a cara de um pano de chão. Um rosto conhecido! Mas certamente não era sua opção tornar-se um pano de chão. Até pouco tempo atrás tinha a cara de uma camisa. "Sou uma camisa", dizia. Era macia como se fosse minha segunda pele, mas certamente tornar-se camisa não foi sua opção. Talvez há muito tempo, em uma terra como a América, teria sorrido como uma flor de algodão sorrindo para o vento e para o sol.
Se eu fosse um pano de chão, talvez dissesse: "Seria melhor ser uma camisa". Ou então: "Agora me tornei um pano de chão, mas antes eu era uma bela camisa". Um pano de chão que se lamenta assim não é útil. Não é nada fácil um pano de chão com a forma de uma camisa. Desempenhar plenamente o papel que nos foi confiado significa transformar-se plenamente em uma camisa quando temos que ser uma camisa, e voltar a ser um pano de chão quando devemos ser um pano de chão.
Esta é a imagem de quem vive seguindo o caminho da verdade sem pensar em seus desejos caprichosos.
Pensar que o pano de chão não é importante e tem menos valor do que a camisa é uma idéia banal, a mentalidade típica dos seres humanos. Neste mundo não há diferença de valor entre um objeto e outro. Ouvi dizer que um pino de poucos milímetros que sustenta os mecanismos de um relógio de cem mil dólares custa apenas dez dólares. Mas este pino tão barato é tão essencial ao funcionamento da vida quanto um objeto muito mais caro. Cada parte do relógio tem seu papel no funcionamento do mecanismo e, a cada instante, trabalha sem cessar para que o relógio não pare. Também nosso trabalho - qualquer que seja ele - é como as engrenagens de um relógio, mantendo uma família, uma empresa, um país e o mundo.
Se trabalharmos seriamente a cada instante, colocando de lado nossos pensamentos e interesses egoístas, podemos nos transformar em uma luz que ilumina as pessoas que nos circundam. Nossa presença por si só é suficiente para iluminar e nos tornamos a própria aparição da verdade e do bem comum.
(Shundo Aoyama Roshi, abadessa do Mosteiro Feminino de Aichi)
DO SITE DO PRIMEIRO PROGRAMA - TEXTOS DO DIA 15/11/10
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Ci>> tirando o pó do Blog - talvez o pano de chão seja a peça chave para todo o sistema funcionar... talvez ele não brilhe como aquela peça importada, ou tenha a etiqueta daquele belissimo e viajado sueter, mas ele tem tanto valor quanto as demais peças da engrenagem, e muitas vezes, é dele a responsabilidade para que tudo ande em exata e perfeita harmonia. Pensemos nisso todos os dias, quando pensarmos em olhar alguém de cima para baixo...

Alerta

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você
esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!

(Autor Desconhecido, recebido da querida Noely)

domingo, 14 de novembro de 2010

Delete e Arquive

"Dentro de você, existem duas teclas poderosas:
Delete e Arquive…

Use-as com sabedoria !!!

Delete: tudo aquilo que não valeu à pena.
Quem enganou seu coração.
Quem usou máscaras, quem te magoou, quem nunca chegou a saber
exatamente quem você é…

Arquive: as pessoas reais, ainda que virtuais, que cederam carinho,
tempo, palavras, conselhos, a mão, o coração.
Pessoas que, de um jeito ou de outro, ajudaram você a ser um pouco
Melhor.
Que te fizeram crescer em sabedoria e sentimentos, que te deram amor
de verdade!… "

From: Caroline Reberte da Silva

Riqueza: ser rico sem ser milionário ou pensar em dinheiro

Riqueza é um estado mental que se reflete em nossas atitudes, amizades,
família e trabalho. Começo a perceber que a consequência para uma mente
verdadeiramente rica é o dia-a-dia com qualidade de vida. Não consigo
acreditar que o profissional bem remunerado que precisa carregar dois, três
celulares e trabalhar 14 horas por dia seja uma pessoa rica. Ser rico é
muito mais do que ter muito dinheiro. Você, o que acha?
A cada dia que passa fico mais convencido de que a riqueza não é uma busca,
mas uma simples constatação. Ser rico é desfrutar o dia, sorrir para o
estranho e usar palavras carinhosas para descrever seu amor à família; é
viver ao lado de quem nos faz bem, perto de quem nos quer bem e podendo
desfrutar de manias, momentos de reflexão e algum trabalho.
Ser rico é ter tempo para ser você, sem culpa pelo que abdica para que essa
realidade se apresente.
A tecnologia avança, as barreiras deixam de existir. Fica fácil negociar com
qualquer um, em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora. O celular funciona
como plataforma de trabalho e dele podemos extrair relatórios, fazer
conferências e até mesmo comprar e vender ativos. Chamam isso de liberdade?
E o e-mail e o SMS que tiraram o charme da comunicação escrita? A mensagem
sai daqui e chega lá num piscar de olhos, não dá tempo de se arrepender. Não
dá tempo de dar tempo ao que realmente se pretende tecer com as palavras.
Teclamos, teclamos. Se a resposta não chega em minutos, recebemos outra
mensagem. Ou o telefone toca. A hiperconectividade gera ansiedade, qualquer
medida é urgente, toda demora é digna de repreensão.
Não me admira que existam técnicas diversas para dar conta da "Caixa de
Entrada". Respostas a e-mails em poucas linhas, organização em pastas,
respostas em lote. Como também existem técnicas para realizar reuniões mais
rápidas, para usar melhor o telefone celular ou o computador. E quem ensina
a amar? Quem ensina como valorizar a família? Quem ensina a ser mais feliz?
Rico de Verdade, como bem diz Roberto Tranjan, é outra coisa.
Gerações passadas aproveitavam o domingo para reunir a família em torno de
deliciosas pamonhas. Quem conhece a receita da pamonha sabe que é épico e
demorado o trabalho para transformar o milho neste delicioso doce. A família
sabia disso e fazia da tarefa na cozinha um momento de comunhão. Passavam o
dia cozinhando, conversando e, mais importante, curtindo uns aos outros. O
telefone não tocava, não existia ou era item de luxo. Não havia MSN.
Hoje existe uma profusão de restaurantes tipo Self-Service. O almoço de
domingo dura pouco mais de uma hora, com os jovens reclamando da demora – a
vontade de isolar-se no computador, em casa, é imensa – e os mais jovens
grudados aos Nintendo DS, iPhones enquanto esperam pela comida. A isso o
genial educador Mário Sérgio Cortella chama de "despamonhalização da
sociedade".
Cabe lembrar a situação do profissional nas empresas. Em muitas delas, o
funcionário tem apenas uma hora de almoço. Precisa correr, comer,
corresponder. Regras. Procedimentos. Horário. Como ser humano sendo chamado
de recurso? Humanizar as relações profissionais é tema urgente, como muito
bem defende Bernadette Vilhena e Eduardo Cupaiolo.
Parece não haver saída, só justificativas. Resta aceitar o sistema (palavra
da moda) porque dele se obterá recursos financeiros suficientes para
melhorar o padrão de vida familiar, para viajar mais, para comprar isso, ter
aquilo. Para morar em uma casa maior. Para dirigir um carro melhor.
Infelizmente, para muitos a riqueza tem apenas fins de inclusão social.
Ostentar para parecer mais. Para ser e fazer sombra.
Enquanto isso cada vez mais casamentos terminam, disfarçados pelos problemas
financeiros, uns tantos filhos se apoiam nas drogas para experimentar o novo
e carreiras promissoras são encerradas por delicados traumas psicológicos e
de saúde. O arrependimento invade o lar como um tsunami e passa arrasador,
levando consigo o significado de família, seus retratos felizes e momentos
marcantes.
Nestas situações, o inventário é sempre triste: faltou o diálogo sincero,
sem que alguém sempre precisasse ter a última palavra; faltou ouvir; faltou
chegar em casa mais cedo e surpreender quem se amou com uma flor; faltou
sujar-se na cozinha tentando fazer uma receita para o jantar familiar;
faltou rir mais; faltou dizer "obrigado", "por favor" com mais frequência;
faltou ser criticado sem retrucar; faltou ser humilde.
Faltou ser fiel ao princípio básico da riqueza: enriquecer também o todo que
nos cerca. De que adianta acumular dinheiro enquanto a família se desagrega?
Achar possível que o dinheiro compre carinho, admiração e felicidade é ser
ingênuo. Para estes, o dinheiro serve apenas como consolo, um misto de culpa
e tristeza.
E daí? Onde é que tudo isso se relaciona com as finanças pessoais, tema
principal deste espaço? Por que o desabafo? Dinheiro não pode ser problema,
tem que ser solução. Ora, a riqueza pressupõe equilíbrio para que seja
sustentável. Se tiver que escolher, escolha a qualidade de vida. Sempre. Se
tiver que recomeçar, mudando inclusive de cidade e profissão, faça-o. Não
hesite, aconteça. Se for chamado de hipócrita, ria. Sorria.
Ser rico não é ter a conta bancária recheada, o apartamento mais luxuoso e a
roupa da moda. Ser rico é suspirar ao ler este artigo, deixar que os olhos
fiquem marejados se isso trouxer algum conforto e permitir que a mente lhe
encha a imaginação de flashes. Como é bom estar vivo, não? Pois o rico é
estar vivo e despertar nos outros esta sensação. O dinheiro faz parte,
depende de você ver nele possibilidades de ser mais feliz.

Publicado por Conrado Navarro em 19 19UTC outubro 19UTC 2010 (1:21 pm) na
categoria Educação Financeira
Artigo publicado no Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação
Financeira ao alcance de todos - http://dinheirama.com
URL do artigo:
http://dinheirama.com/blog/2010/10/19/riqueza-ser-rico-sem-ser-milionario-ou-pensar-em-dinheiro/

Mana da Segunda - Louváveis Sustentáculos

MANÁ DA SEGUNDAO que estas pessoas têm em comum: Steve Jobs, magnata,
inventor e inovador tecnológico; Jackie Robinson, que rompeu com a barreira
da cor no beisebol americano; Nelson Mandela, ex-presidente da África do
Sul, que promoveu a reconciliação por toda a nação; Madre Teresa, linda
mulher de Deus, que sacrificou a vida pelos pobres e necessitados?
Cada uma delas foi o que chamo de sustentáculo. Em inglês a palavra é uma
cavilha que impede que a roda de um veículo escape do eixo. Ela é comumente
usada na indústria agrícola para dar segurança a implementos atrelados a
tratores. A palavra original deriva de outra que significa "fixador do eixo
da roda". Em termos humanos, sustentáculo é o que mantém as pessoas unidas.
Sob outra ótica, sustentáculo é alguém que faz diferença. Pessoas que
promovem ligação e não meros dentes de uma engrenagem. Ao descrever pessoas
importantes, essenciais para sucesso de um empreendimento, falamos em coluna
dorsal, pedra fundamental, âncora, esteio e pilar. No basquete essa pessoa é
o armador. No exército geralmente é o sargento. No lar, se a família quiser
sobreviver à travessia da temível selva cotidiana, creio que vai precisar de
um líder treinado, designado por Deus para ocupar o lugar destinado ao pai
ou papai. O mesmo diz respeito à mãe.
"Queimem os navios" - foi a ordem dada pelo famoso explorador Hernando
Cortes ao conquistar o império Asteca, no local hoje conhecido como México,
em março de 1519. Cortes navegou desde a Espanha, com onze navios e
quinhentos homens procurando por um grande tesouro. Pouco depois de colocar
os pés nas praias da península de Yucatán, surpreendeu seus homens com a
ordem para incendiar os navios. Ele estava fazendo a simples e definitiva
afirmação: não há retorno, não há recuo! Cortes, conquistador do México,
tornou-se um sustentáculo.
Na Bíblia vemos muitos exemplos de sustentáculos – pessoas que agiram com
bravura e audácia porque deram ouvidos à vocação de Deus e não temeram as
consequências. Eis alguns: Abraão, que obedeceu ao chamado de Deus para sair
de sua terra, mesmo sem saber o destino final (Gênesis 17); Gideão, que
liderou os israelitas levando-os a grande vitória, apesar das probabilidades
contrárias (Juízes 6); Ester, jovem judia, que corajosamente se posicionou e
foi usada para livrar seu povo de um massacre (Ester 2-9); Daniel, que ousou
resistir sozinho em meio a uma cultura pagã (Daniel 1-10); Davi, descrito
como "homem segundo o coração de Deus", que serviu sua própria geração,
apesar de suas falhas pessoais.
"Assim diz o Senhor: eis para quem olharei: para o pobre e abatido de
espírito e que treme diante da Minha palavra" (Isaías 66.1-2). Se for
chamado ou se a oportunidade se apresentar, você estará disposto a ser
"sustentáculo" onde você trabalha ou em sua comunidade? Você é sustentáculo
em seu lar?

Por Robert D. Foster

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O Segredo da Vida Boa

MANÁ DA SEGUNDA - 30 de agosto de 2010
Por Rick Warren

Alguns anos atrás a Comunidade de Mission Viejo, na Califórnia, lançou uma
campanha publicitária para atrair compradores para seus imóveis. A campanha
usava frases como "Missão Viejo: a Califórnia Prometida", e "Lugar para se
viver a vida boa". Penso que todas as culturas se referem a "vida boa" de
uma maneira ou outra. Em italiano, é "la dolce vita" - literalmente, "a doce
vida". Não queremos todos nós a vida boa? Embora seja uma frase batida
imagino quantos se deram ao trabalho de definir o que a "boa vida" realmente
é ou o que deveria ser.

Boa aparência. Alguns confundem "vida boa" com "boa aparência". Estão
preocupados com o exterior como se fosse o que realmente interessa na vida.
A cultura americana idolatra a beleza e valoriza o atraente. A propaganda
tira proveito disso sabendo que a promessa de "boa aparência" leva homens e
mulheres a gastar bilhões em produtos de beleza, clínicas de bronzeamento,
cirurgias plásticas, lipoaspiração, a última moda em vestuário e coordenação
de cores.

Sentir-se bem. Para outros "vida boa" significa "sentir-se bem". Seu
objetivo é minimizar o sofrimento e maximizar o prazer, usando quaisquer
meios: banhos de imersão, parques de diversão, drogas, experiências de
realidade virtual, viagens pelo mundo, filmes e apresentações musicais. O
fornecimento de prazer e entretenimento tem crescido e se tornado uma das
grandes áreas de atividade econômica em alguns países. Um lema dos anos 60,
"se faz você se sentir bem, faça", transformou-se em filosofia pessoal de
muita gente.

Possuir bens. Existem outros que associam "vida boa" a "posse de bens". Sua
maior ambição é reunir todas as coisas boas, ou pelo menos, o maior número
possível. Ganham o máximo de dinheiro que conseguem, para gastá-lo o mais
rapidamente possível. Há os que acreditam que, qual mercadoria, "vida boa" é
algo que pode ser comprado.

Nada disso satisfaz completamente! Não importa o que se faça, é impossível
impedir o processo de envelhecimento. O prazer é um subproduto de vida boa e
não o seu objetivo. As maiores coisas na vida, na verdade, não são coisas.

Sendo assim, o que realmente é a "vida boa"? Realização pessoal, alegria de
ser bom e fazer o bem. É o resultado de descobrir e tornar-se exatamente o
que Deus nos criou para ser. Nada além disso poderá preencher o vazio da
alma. A Bíblia diz: "Porque somos feitura Sua, criados para as boas obras,
as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (Efésios 2.10). Ao usar
sua vida para ajudar outros - fazer o bem - conhecer e confiar em Deus, você
se sente bem consigo mesmo. Isto é vida boa! Não permita que ninguém o
engane levando-o a pensar que é outra coisa.

Próxima semana tem mais!

domingo, 8 de agosto de 2010

MANÁ DA SEGUNDA - Confissão

Por Rick Boxx

Muitos oradores experientes compreendem que falar de seus fracassos pessoais
os torna benquistos por sua audiência. O problema é que para fazer isso é
preciso humildade e transparência em um grau que muitos na estão dispostos a
chegar. Por isso fiquei muito impressionado ao ouvir Chip Ingram falar em um
evento da "Faith Incorporated" apresentado em nossa cidade.

Falando sobre a importância de integridade pessoal, Ingram confessou algumas
deficiências pessoais ao público que o ouvia. Ele não apenas fez uma
reflexão sobre incidentes do passado distante, mas também falou de
circunstâncias recentes, admitindo que não sentia orgulho em reconhecê-las.
Muitos ouvintes ficaram surpresos com a abertura e sinceridade com que ele
contou seus segredos a pessoas praticamente desconhecidas.

As revelações francas de Ingram não apenas foram transparentes como
instrutivas. Ao contar sua história, citando as próprias falhas para
ilustrar seu enfoque sobre integridade, ele o fez de tal maneira que serviu
de exemplo vívido de humildade a todos que estavam no recinto. Ao mesmo
tempo, foi como se ele estivesse dando permissão aos ouvintes para que
fossem eles próprios autênticos, não se ocultando detrás de fachadas e
pretextos.

No mundo dos negócios frequentemente nos esforçamos para impressionar outras
pessoas, tentando nos apresentar sob luzes mais favoráveis. Preferimos
manter os pecados e falhas pessoais nas sombras. O que Ingram fez, contudo,
foi aplicar um princípio bíblico importante. Provérbios 28.13 ensina: "Quem
tenta esconder os seus pecados não terá sucesso, mas Deus tem misericórdia
de quem confessa os seus pecados e os abandona" . Para Ingram sua abertura o
capacitou a encontrar misericórdia, tanto da parte de Deus como do público.
Quanto a mim, seu relato me fez ter consciência de minhas inúmeras falhas
pessoais e, portanto, não desejar atirar pedras ou proferir julgamentos
sobre outras pessoas.

Obviamente existem muitas razões para relutarmos em compartilhar nossas
deficiências e fracassos pessoais com outros: constrangimento e vergonha
estão entre elas. Mas o orgulho é talvez o maior inibidor de todos. Não
queremos que outros conheçam nossas imperfeições, mesmo que tenhamos
consciência de que todo mundo está muito distante da perfeição. Entretanto,
o orgulho nos leva a tentar provar aos demais que somos melhores do que
realmente somos.

Pode ser útil considerar duas importantes advertências que encontramos na
Bíblia. A primeira é uma declaração simples, embora solene: "Não há um
justo, nenhum sequer" (Romanos 3.10). A segunda encontra-se no livro de
sabedoria: "A pessoa orgulhosa está a caminho da desgraça, mas a humilde é
respeitada" (Provérbios 18.12). Minha experiência tem me ensinado que é
prudente guardar estes conselhos das Escrituras. Se você cometeu um pecado
no trabalho, não tente ocultá-lo. Por mais difícil que pareça ser, a
confissão é o melhor curso de ação.

Os erros que cometemos têm um jeito irritante de se revelarem, às vezes, nas
horas mais inoportunas. Seria sábia a adoção de uma abordagem mais decisiva,
confessando falhas com sinceridade e de maneira oportuna, ao invés de
esperar que elas se revelem por si mesmas de outro modo, quase sempre para
nossa infelicidade.

*******************************
Ci>> Deixo aqui meu "toque" sobre este texto: um amigo querido deixou um
comentário no blog no qual argumenta que o orgulho é muitas vezes uma
válvula propulsora que nos ajuda a levantar quando caímos. Verdade, ele tem
total razão. ESTE ORGULHO a que ele se refere seria, talvez, o Único orgulho
que valha a pena termos dentro de nós. Os demais são descartáveis, e quase
sempre nocivos. Obrigada pela rica contribuição PP, "Lovyouforeveralways"!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mensagem do dia: A LEI DO RETORNO

Já faz milhares de anos que grandes mestres espirituais falam sobre uma lei
do retorno, que explica que tudo o que fazemos, seja positivo ou negativo
volta para nós. Pode demorar um dia, um ano ou mil anos, mas este é um
fenômeno físico.
Se você produz uma causa, ela se transformará em efeito.
A cada pequeno momento de nossa vida, estamos tanto plantando quanto
colhendo resultados de sementes plantadas por nós mesmos.
Podem ser sementes grandiosas como um casamento ou um rumo profissional a
seguir, mas também podem ser aquelas formadas pelas pequenas escolhas do dia
a dia, aparentemente imperceptíveis mas que surgem a cada palavra ou ação
produzidos por nós

(Autor Desconhecido, recebido da Carol)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Você tem experiência???

REDAÇÃO

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a
seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e
seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por
sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei
brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já
conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser
astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da
cortina e esqueci os pés pra fora.. Já passei trote por telefone. Já tomei
banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi
sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já
raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba
apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas
pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi
escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar
fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro
da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra
sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem
vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já
olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo
do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci
novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite
e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já
gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e
achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já
deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos
partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir
sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da
emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
'Qual sua experiência?' .
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência. Será que ser 'plantador de
sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher
sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta
pergunta:

'Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?'

sábado, 24 de julho de 2010

APRENDENDO NAS QUEDAS!

Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e
erramos? O mundo não acaba quando nos enganamos; Ele muda, talvez, de
direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros. Por que tudo teria
que ser correto, coerente, sem falhas? As quedas fazem parte da vida e do
nosso aprendizado. Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho,
principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói.
Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida
continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria
maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares
diferentes do nosso. Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa
diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo.
Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e
sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim.
Então, numa discussão, numa briga, Pare um segundo e pense: "e se eu estiver
errado?" É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. Nosso "eu"
nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, Por que não, nosso
amor. Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, Muitas
vezes injusto tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos
recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém. E é por que
tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras,
separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas. E de que
adianta ter sempre razão, Saber de tudo, Se no fim o que nos resta é a
solidão? Vida é partilha. E não há partilha sem humildade, sem generosidade,
sem amor no coração. Se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai
entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido. Não
andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de
atravessar Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai.
Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas
começou a afundar Quando sentiu medo. Deus não prometeu Dias sem Dor; Risos
sem Sofrimentos; Sol sem Chuva. Ele prometeu Força para o Dia; Conforto para
as Lágrimas e Luz para o Caminho."

Mensagem do Dia

 

Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

 

Drummond de Andrade

 

"This message and its attachments may contain confidential and/or privileged information. If you are not the addressee, please, advise the sender immediately by replying to the e-mail and delete this message."  "Este mensaje y sus anexos pueden contener información confidencial o privilegiada. Si ha recibido este e-mail por error por favor bórrelo y envíe un mensaje al remitente."  "Esta mensagem e seus anexos podem conter informação confidencial ou privilegiada. Caso não seja o destinatário, solicitamos a imediata notificação ao remetente e exclusão da mensagem."

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A Importancia de deixar ir

Cultivar o desapego é uma das necessidades principais para se dar "o próximo" passo. Existem momentos da vida em que somos desafiados a perder cascas, a compreender a importância de caminhar, deixando paisagens para trás.

Ainda que isso doa, uma vez que nosso ego se estrutura a partir de apegos e identificações, é a compreensão meditativa de que tudo passa que lhe permitirá seguir caminhando e, enfim, abrir-se ao novo que belamente se introduz em sua vida, pouco a pouco, passo a passo, até que você apareça com a alma totalmente renovada.

Procure se interiorizar neste momento, evitando grandes atividades sociais. Faça este contato com o núcleo da sua alma e você entenderá quais são as coisas que precisam ser deixadas para trás.

Viver é perder cascas continuamente!


Bom final de semana a todos! Bjs, 
Ci

domingo, 6 de junho de 2010

Insegurança

Uma das dificuldades do nosso crescimento emocional é não encontrarmos nosso próprio jeito de viver e desenvolver.
Cada um de nós é único e responsável pela própria vida. Isso, porém, só ocorre se tomamos consciência do nosso valor pessoal, enquanto pessoas singulares.
Nunca existiu, não existe e jamais existirá alguém igual a cada um de nós. Ser um indivíduo significa tomar as decisões de nossa vida, baseando-se na autonomia própria da nossa natureza, ou seja, de acordo com nossas ideias, nossos sentimentos e nossos valores.
Pessoas que querem agradar sempre, que querem sempre ser compreendidas e aprovadas, dificilmente trilharão esse caminho. E com isso não poderão ser felizes, porque a felicidade pressupõe liberdade e amor, começando pelo amor a si próprio. A criança, por não saber ainda viver por conta própria fica atada aos pais. Essa deveria ser apenas uma fase.

À medida em que vamos crescendo, temos de ir nos fazendo para a liberdade e, com isso, nos tornando pessoa. O amor verdadeiro entre as pessoas acontece a partir da individualidade de cada um e da escolha de estarem juntos. Qualquer submissão ou dominação ao outro realça a dependência. O medo do desamparo, da solidão, da rejeição e da perda é que nos faz dependentes. Haverá, porém, perda maior para o ser humano que perder o próprio desejo, a própria liberdade? Ser livre não é fazer o que queremos. Ser livre é saber casar meus desejos com a realidade, movido pelo amor e não pelo medo.

Toda pessoa dependente emocionalmente, no fundo, quer dominar a outra pessoa. “Eu me submeto desde que você fique sob a minha dominação”. O que é um grande engano. Nada podemos fazer para que alguém não nos abandone. Devemos nossa vida, de acordo com nossos princípios e desejos, e quem quiser se relacionar conosco tem de nos aceitar, livres e alegres.
Antônio Roberto by Leonardo - Amigos do Freud
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Ci>> ser feliz por voce, todos os dias, amar a si próprio/a primeiro para dar amor depois... resgatar sua dignidade própria e te-la acima de tudo. Quem não se respeita, não merece o respeito de ninguém. O Amor (não importa de qual tipo de relacionamento) não pode ser um imposto, algo que venha a nós por imposição, obrigação ou pedido. Deve ser tão espontâneo quanto o vento que derruba a folha de uma árvore, e para que valha a pena, devemos sentir isso... ou então não vale a pena, não é amor...é Ego, orgulho ferido.

Quando somos avisados...

Ci>> Desde que voltei a estudar, coisas incríveis têm acontecido. Queria dizer a todos que lêem este blog que a Intuição e o Amor que temos dentro de nós são muito mais fortes que qualquer parâmetro que a sociedade nos impõe, inclusive o preconceito, o medo de ser feliz e de ajudar o próximo. Somos aquilo que QUEREMOS ser, mas temos aquilo que PODEMOS ter. Tudo podemos, mas precisamos primeiramente ouvir o que a intuição nos diz (aquela voz que nos guia pela vida, mas que constantemente a desconsideramos). Ela me diz agora que estou caminhando para uma nova vida, uma vida cheia de novidades que me farão crescer, desabrochar para o bem, exercitar o bem. Desejo estar atenta para esta nova fase, sinto que há um novo divisor de águas se aproximando. Me comprometo a dividir com os leitores deste blog cada uma das novas descobertas, minhas percepções, minha opinião pessoal e a opinião de outros, como sempre faço. Por hora, divido a grande notícia de que algo de muito bom, quase inacreditável, está a caminho de acontecer. Agradeço a Deus pela intuição e pela oportunidade de crescimento que se apresenta.
"Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem,
caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser."
Chico Xavier pelo espírito André Luiz.

sábado, 5 de junho de 2010

El delito de un Beso...

¡Cuando mi mente formó tu recuerdo...
mis labios inventaron un beso...!

Pero algo sucedió:
¡Este beso se me ha rebelado…!
Y ahora...,tengo un beso rebelde

que se olvidó que, un día, me olvidé de Ti...

Tengo un beso inquieto que no logro dominar...
Hay aquí un beso, en la fila,
que espera su turno para descansar,
finalmente, en Ti...

¡Tengo un beso de juguete que,
en pinochesca actitud,
quiere cobrar vida para vivir parte de tu vida...!

Y, por más que quiero evitarlo,
siempre mi beso se fuga hacia Ti...!
¡Es que no hay lazos que puedan sujetar...
un beso con destino...!
El mío quisiera ser como la Luz...
para viajar con su velocidad...

Mi beso me ha dicho que quisiera ser Sonido
para avisarte su llegada...
¡Y... me ha confesado...
que aceptaría ser Silencio si logra, siendo así,
convertirse en la sorpresa
que altere tus monotonías...!

¡Y hay, ahora, un beso con “pedido de captura”,
pues se ha escapado de su prisión, tan solo...,

para ir hasta Ti y robar uno de los tuyos...!
Si ves un beso sin estrenar...,
¡seguro que es el mío..., y que también es tuyo...!

¡...Ya está...! ¡YA lo atrapé...!

Ahora..., tengo aquí un beso recapturado
cuya condena y destino será ir hasta ti, a diario,
y llevarte
lo que mis distancias y tiempos no permiten:

¡TODO mi cariño...!

Invento que soy Juez y es mi dictamen
que este beso cruce mares, ríos,
valles o montañas..., calles o senderos
y planeando con maestría...
se llegue hasta tu ciudad..., hasta tu pueblo...,
recorra tu calle..., ubique tu casa...,
se deslice por las cerraduras de tus puertas...,
te encuentre en donde estés
y sea Vida en ti...,
y se quede junto a Ti…
unido por una imaginaria y gruesa CADENA
que, espero, sea PERPETUA...!!

Sergio, do blog "El Puente..."
****************************************
Ci>> Gracias Sergio, voce expressou exatamente o que eu queria dizer! Un Saludo, amigo!

A mulher da pag. 194


Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.
Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.
No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.
A foto me despertou sentimentos contraditórios.. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.
Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.
Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.
Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?
Martha Medeiros
by Leonardo - do blog Amigos do Freud
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Ci>> gosto de ler este tipo de artigo, me faz enxergar a vida e as pessoas com os olhos do coração. Pq muitas vezes enxergo com os olhos físicos, cheios de preconceitos e de imposições da mídia e da sociedade... até prá mim mesma! Mas ler um artigo que só ressalta a verdade é como uma frase que "ouvi" de um grande amigo (LFBA): "...realidade é uma ilusao causada pela falta de alcool...". Neste caso eu diria que é uma ilusão causada pela falta de bom senso... ué, mas quem tem bom senso? tem bom senso quem ve uma mulher linda e magra, cabelos longos e fracos, sorriso largo e falso, esperando por uma trégua da sociedade para realmente aparecer a mulher que existe lá dentro, que tem TPM, que come chocolate quando fica nervosa, que tem o famoso "X" a mais ativo, e a usa como referencia? e mau senso??? rs... pensando... pensando...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Curso de Formação de Maridos

Curso de Formação de Maridos

Objetivo pedagógico:

Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência
(o cérebro).

São 4 módulos:

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500
horas)

Módulo 2: Vida a dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500
horas)
3 - Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu'. (550 horas)
4 - Não urinar fora do vaso. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)

Módulo 3: Tempo livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 - Nível 1. (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 - Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a
Panela.
3 - Exercícios práticos Ferver a água antes de por o macarrão.

Cursos Complementares

Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos
terão no máximo três alunos.

1 - A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico
competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade.
(práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com
ela.
4 - O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário?
(biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 - Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases
intestinais. (exercícios de reflexão em dupla)
7 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou
correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
8 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar
com a casa.
9 - A lavadora de roupas: esse grande mistério.
10 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão
(exercícios com musicoterapia)
11 - A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios Dirigidos
por Mister M)
12 - Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou
psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.

O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas.

ENVIE ISTO PARA MULHERES INTELIGENTES QUE PRECISEM DAR UMAS RISADAS... E
PARA HOMENS CAPAZES DE LIDAR COM ISSO!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Insegurança - Antes e Depois do Encontro

(Ci>>Um artigo mto inteligente que li, achei legal postar aqui... é uma leitura longa mas vale a pena...)

 

A insegurança tem sido um tema recorrente nas perguntas feitas pelos usuários e ela se apresenta de formas diferentes. É habitual a insegurança antes do primeiro encontro e é comum a insegurança após ter ocorrido o encontro.

Antes do encontro a pessoa se pergunta como será, como ela deve proceder, até onde deve ir, se será querida e bem aceita, se será rejeitada, se ou outro achará a beleza suficiente, se achará engraçada, agradável e daí em diante, previsões na maior parte das vezes bem difíceis de serem feitas, pois um encontro é algo que depende de muitas variáveis e é impossível fazer a conta de todas elas, impossível antecipar o que um pensará ou sentirá com relação ao outro. Quando uma grande expectativa como essa acontece, é comum querer se preparar e ensaiar tanto que algumas vezes a naturalidade e a espontaneidade ficam comprometidas no encontro.

Quando se conhece alguém pela primeira vez o que mais vale e importa não é o quanto se esforçou para ser alguém melhor ou do jeito que se imagina que o outro deseja, e sim ser autêntico e fiel ao seu próprio jeito, estilo, valores. É comum as dúvidas sobre beijar, manter relações mais íntimas, até onde ir, o que se deve fazer, sobre o que se deve falar e como se comportar. Todas essas dúvidas nascem da insegurança e do desejo de ser aceito pelo outro, como se ao se adaptar ao outro o encontro terá uma chance maior. Acontece que todos querem se relacionar com pessoas reais e verdadeiras, por mais diferentes que sejam entre si, e não com alguém que parece ter lido um manual de instrução do primeiro encontro.

Do que adianta criar um personagem por um encontro se será impossível mantê-lo por muito tempo, ou seja, se o outro se interessar mais pelo "personagem" do que pela própria pessoa com quem de fato estará se relacionando? Vale lembrar desse ponto quando estiverem se conhecendo, sendo real e verdadeiro poderá ter a chance de construir algo igualmente real e verdadeiro. É claro que ser espontâneo não significa fazer prevalecer o seu jeito ou forma de pensar e agir, é necessário e fundamental o uso do bom senso todos os momentos e em especial no início de qualquer relação, dividir e compartilhar o que pensa não significa impor, significa poder falar e também ouvir, trocar e encontrarem juntos uma forma que possa agradar aos dois. Acima de tudo, quanto mais segura uma pessoa for de si mesma, mais ela saberá lidar e contornar as situações novas dos primeiros encontros.

Em seguida, tenho visto surgir com frequência a insegurança do dia seguinte ao primeiro encontro ou seguinte aos primeiros encontros, em especial quando não foi exatamente como esperado ou planejado ou quando não houve a sequência desejada ou houve uma interrupção dos encontros.

Sobre os primeiros encontros, é comum a dúvida se deveria ter aceitado um determinado convite ou se por não ter aceitado a pessoa pode se desinteressar ou se deveria ter sido mais despachado, menos tímido, mais engraçado e dai por diante, as dúvidas são inúmeras. Se algo não deu certo no primeiro ou primeiros encontros, não será necessariamente por culpa de um apenas, não será o fato de ter beijado ou não a pessoa que aumentará ou diminuirá o interesse do outro, se houve um encontro agradável, interessante e divertido para as duas partes e se os dois estiverem disponíveis para tentar então naturalmente terá um desdobramento, se não houver pode ser simplesmente porque aquele ou aquela não seria um par bacana para namorar ou não aconteceu química e entrosamento suficiente para levar adiante. Essa é uma circunstância da vida, não adianta apenas um lado gostar e querer, é algo que envolve duas pessoas, duas subjetividades.

Mas sabemos o quanto o ser humano tem a necessidade de encontrar a culpa - razão- para justificar e dar sentido a algo que não saiu como se esperava e o quanto é comum em situações como estas culpar a si mesmo por não ter dado certo. Claro que todo relacionamento envolve duas pessoas e as duas têm participação na construção dessa história, assim não é possível - salvo em momentos muito específicos - atribuir a responsabilidade a um ou ao outro, a responsabilidade costuma ser dos dois. E em muitos casos não há certo ou errado, o que existe pode ser uma dupla de pessoas legais, mas que simplesmente não funcionam como namorados, mas que nem por isso podem deixar de funcionar como novos amigos e daí por diante através desses amigos encontrar novas possibilidades de relações.

É condição fundamental que todos tentem ser o mais natural possível, preservando suas características mais pessoais que os tornam igualmente únicos e diferentes uns dos outros. Se vincular a alguém é um processo longo, demorado e não basta que o primeiro encontro tenha sido bom. Claro que se tiver sido serão pontos a favor, mas desse momento em diante duas pessoas precisam seguir juntas um caminho de conhecimento, apresentação, entrosamento e convivência com defeitos e qualidades. Só esse tempo posterior é que irá pouco a pouco permitir a construção de algo sólido e permanente entre a dupla.

 

(Dra Juliana Amaral – Psicóloga – do Site ParPerfeito)

 

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Ci>> “Valei-me meu São Chiquinho”, que é verdade mesmo o que está aí!?!? Vamos avaliar: se você quer que este relacionamento perdure, teoricamente, o primeiro encontro vai trazer o segundo, o terceiro, o quarto, enfim... Se vc se produz diferente do que no seu dia-a-dia, fala coisas que não fala no seu dia-a-dia, se comporta feito outra pessoa, há duas alternativas: ou você muda para esse novo ser e perde sua essência, ou a máscara vai cair... e você vai se dar mal, PQ se ele/ela se apaixonar pelo personagem e descobrir que era só uma “capinha”, vai se desencantar com o ator, e por outro lado, se ele/ela se apaixona pelo autor, mas quando encontra vê que  existe um personagem, vai se desencantar também... concordo com a escritora do artigo, temos que ser sempre o que somos realmente, o tempo todo, e as pessoas devem se apaixonar pelo que somos ou... não é A PESSOA CERTA! Não quer dizer que não possamos nos melhorar por alguém, mas nunca nos transformar (aqui no sentido ruim da palavra) por alguém. Tem que se apaixonar pelos defeitos e pelas qualidades, tem que enxergar detalhes que ninguém mais enxerga... essa é a formula química para dar certo. Se deu errado, se depois de alguns encontros não foi como queria, é por que não era prá ser... vamos passar por tudo denovo, por um novo primeiro encontro as mesmas duvidas, as mesmas incertezas, as mesmas excitações, dúvidas, êxtase... uma hora vai dar certo, e vamos encontrar aquele/aquela que vai adorar cada pedacinho do que temos de bom e de ruim... sem precisar disfarçar!

domingo, 30 de maio de 2010

Amigos

Abençoados os que possuem amigos,

 

os que os têm sem pedir.

Porque amigo não se pede,

 

não se compra, nem se vende.

Amigo a gente sente!

 

(Paulinho Castilho)

 

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Ci>> viu como não precisa ser mto prá dizer MUITO MAIS??? Obrigada Paulinho, beijo!

A CONSCIÊNCIA DA MISSÃO A CUMPRIR

Desde que viemos ao mundo, temos uma missão a cumprir, mas nem todos conseguem entender e assim, não conseguem realizá-la. A algumas pessoas, para facilitar nessa missão, Deus doou o talento da comunicação, e quem foi aquinhoado com este privilégio, deve saber usá-lo para pelo menos tentar mostrar certas coisas da vida àqueles que eventualmente necessitem de alguma orientação ou ajuda.
E é isso que procuraremos fazer...
Certamente, simplesmente viver é fácil e pode ser bem gostoso, contudo, aprender a viver, é mais complicado...
Sem a menor sombra de dúvida, a real sabedoria da vida consiste em saber analisar tudo o que a
vida nos oferece, tudo aquilo que poderemos extrair de bom ou de ruim, para ver o que realmente nos convém.
Podemos dizer que sabemos viver, quando tivermos o discernimento necessário para captar o que nos poderá ser benéfico ou não. E isso apenas será conseguido através de nosso próprio julgamento, pois nem sempre o que serviu para alguém, poderá resolver nosso problema.
Li uma citação de Gorki, que é um sábio conselho:
"A sabedoria da vida é sempre mais profunda e ampla do que a sabedoria dos homens."
Realmente são muito sábias essas palavras, pois induzem a uma reflexão profunda, mostrando-nos a importância de saber aproveitar a vivência. Mostram o quanto nos é importante saber analisar corretamente erros e acertos que formos cometendo durante a vida. Ou que formos observando outros cometerem. Analisando corretamente, poderemos aproveitar falhas alheias em nosso benefício.
Sabendo aproveitar e interpretar as lições que a vida nos oferece, saberemos que fontes de conhecimento buscar. Se tivermos a capacidade de saber separar o joio do trigo, conseguiremos formar um cabedal de conhecimentos que nenhuma escola, nenhuma faculdade é capaz de nos transmitir.
Uma coisa é o ensino teórico que nos é ministrado nos bancos escolares, que nos mostram como “poderá” ser a vida. Geralmente na prática, a teoria é outra. Desde pequenos, temos que saber
“viver” nossa vida, analisando-a e estudando-a passo a passo. Isso ninguém nos ensina, é inato.
Ou sabemos, ou não sabemos.
Com isso, não estou dizendo que devemos fugir dos bancos escolares e ir para debaixo de uma
árvore meditar. Temos que aprender com os professores o que eles tem para nos ensinar. Temos que aprender com os mais experientes, para captar o que eles tem para nos passar. Temos, enfim, que buscar conhecimentos nas fontes que tivermos à mão, para podermos, aí sim, usar nosso raciocínio, fazer a média, e ver bem que caminho seguir.
Devemos sempre aproveitar a experiência daqueles que já passaram pela vida. Por menor que seja, sempre alguém tem algo para nos transmitir, e esse algo não pode, e não deve ser desprezado.
Deve, sim, ser bem analisado, mesmo e principalmente se for um erro grosseiro, pois ao vermos o que outros fizeram de errado, claro é que devemos evitar esse caminho, ou ao menos saber como corrigir o erro.
Enfim, Gorki sabia o que dizia. A sabedoria da vida, está em saber aproveitar a sabedoria dos
homens. Não devemos seguir cegamente os ensinamentos que recebemos, já que, sendo
transmitidos por pessoas, é passível de erros. Devemos, isto sim, aproveitar os ensinamentos recebidos em benefício de nossa vida.

(do blog Amigos da Ota e da Poesia)



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Ci>> TODO MUNDO É CAPAZ DE IDENTIFICAR O PQ DE ESTAR AQUI NESTA VIAGEM, PARA QUE VEIO, O QUE DEVE FAZER ANTES DE VOLTAR! As instruções estão aí para quem quiser ver, coincidencias não existem, nem acaso por acaso... o acaso é um meio de criar a situação certa na hora em que deve acontecer... as instruções vêm através da intuição, todos os dias, o tempo todo... temos que observar, vigiar o pensamento 48h por dia. É a vigília constante que nos permite evitar os erros, seguir pelo caminho certo, corrigir a rota, caminhar em direção à nossa missão, escutar o que nos é inspirado pelo plano maior... como disse o texto, não é questao de parar a vida, sentar sob uma arvore e meditar... é uma questão de dia a dia, de momentos, de precisão de pensamento, de reforma íntima. É saber diferir o sentimento de apreensão da ansiedade, é saber cultivar os bons pensamentos, as boas energias, é transformar o que é certo em algo melhor ainda, em prol do próximo e de nós mesmos. E principalmente, não sucumbir ao que é errado por comodismo, mas lutar para exercer o livre arbítrio em prol do bem, em prol do que é correto, do que nos comprometemos quando viemos para este mundo. Ninguem tem que sofrer uma vida inteira pq se comprometeu a cumprir uma missão, mas o sofrimento ajuda a guiar nossas ações, melhoria contínua interna, diariamente! Temos duas opções sempre: Fazer o que é certo e fazer o que é errado. Em todas as vezes, temos a chance de escolher o caminho, e 50% de cometer erros ou acertos... Que possamos seguir nos caminhos em direção ao Mestre!