sábado, 27 de fevereiro de 2010

"Feliz - IDADE."

Ganhei de um amigo virtual... que felicIDADE!!!
 
Ci

From: cariua
Sent: Saturday, February 27, 2010 7:10 PM

Caminhe em frente
Com SerenIDADE.
 
Permaneça sempre
Com IntegrIDADE.
 
Domine o mundo
Com VoracIDADE.
 
Transforme tudo
Em Sua RealIDADE.
 
 

Não se detenha
Em EspecificIDADE
 
Pois ela engana
Sua CapacIDADE
 
De sentir as coisas
Na TotalIDADE.
 
Assim atrasando
Sua FelicIDADE.
 
 
Mantendo enfim
Sua DignIDADE.
 
 

CãRiùá -TaTaRaNa.
 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Camera Indiscreta

"Olho o olho que me olha
olho o olho
olho a lua
o olho que me olha olha mas não vê

olho o olho que me olha
olho a rua a lua a rua a rua a rua
eu atravesso a rua
o olho que me olha olha mas não sabe o quê

olho o olho no espelho
olho de loba
o olho que me olha olha mas não lê

vou olhando olho a olho corpo a corpo
olho ilhas
olho dentro de você"

Poema: ADEMIR ASSUNÇÃO

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Ci>> pequeno poema, mas tem tanto escrito aí dentro... leia denovo, linha a linha, e tente entender o que o poeta quer dizer... linha a linha, palavra a palavra! Existe mais sabedoria nestas palavras do que seu olho pode ler... pode ver!

 

Erro favorito

Erro favorito
(por Martha Medeiros - 06/março - Zero Hora/RS)

O que me conforta é que o apego aos meus erros me inspira versos, crônicas e ficção. Me ajuda a construir personagens, a dar-lhes uma vida que parece de verdade

Essa coisa de que a maturidade nos ensina a viver melhor é mais ou menos verdade. Ao entrarmos na segunda metade da vida, realmente ficamos mais espertos, não perdemos mais tempo à toa, compreendemos melhor nossas escolhas e renúncias, enfim, a vida se torna mais ágil, mas quanto aos erros e acertos, fica tudo na mesma. Acertamos onde já acertávamos antes, e erramos igualzinho como sempre erramos.

Nem mesmo se consegue trocar erros antigos por erros novos.

Eu cometo os mesmos erros desde que me conheço por gente. Desde guriazinha. Meu erro maior é a impaciência. Eu não sei esperar as pessoas darem o passo em minha direção, eu avanço e atropelo, porque a ansiedade não me permite atitudes civilizadas tipo "aguardar o momento do outro". Que aguardar, que nada.

- "Já tem a resposta?"

- "Você já está vindo pra cá?"

- "Leu meu e-mail?"

Logo eu, a defensora número 1 da placidez humana. A que considera a coisa mais notável do mundo ser calma e respeitar o ritmo natural da vida. A que faz poesia sobre o magnificência do tempo. A que estimula a meditação e a contemplação do universo. Balela. Sou uma fominha.

E claro que, depois de receber minhas respostas - meio capengas, por causa da minha pressa - eu fico me martirizando. Por que não esperei? Por que dei bandeira? Por que forcei a barra? Por que fui tocar naquele assunto espinhoso? Teria sido tão mais elegante ficar na minha. Prometo que da próxima vez ficarei de bico calado.

A próxima vez! Que piada. Nunca fui boa aluna, não vai ser agora que vou aprender alguma coisa.

Eu anuncio em primeira mão todos os meus atos e todos os meus sentimentos, extra, extra! Eu me jogo, me disponibilizo, me dispo, me coloco a serviço de deus e do diabo, eu não me economizo! Sou controladora, mas não controlada, enfio os 10 dedos na tomada, levo choque, e mais tarde repito a dose, novo choque: sou uma viciada em arrependimentos emocionais.

O que me conforta é que esse apego aos meus erros me inspira versos, crônicas e ficção, me ajuda a construir personagens, a dar-lhes uma vida que parece de verdade, e enriquece minha própria história, dá a ela credibilidade, já que ninguém confia muito em quem apenas acerta. Qual o seu erro favorito? Pode ser um homem que lhe despreza. Uma mulher que nunca retorna as ligações. Você se expõe demais. Ou de menos. Fala muito de você mesmo. Acredita nas mentiras que inventa. Em que erro você se apegou com tamanho carinho que nunca mais conseguiu abandonar?

Eu sei que a gente acerta muito, e os acertos nos transformam em alguém melhor, alguém que evolui, que sobe degraus no conceito da humanidade. A cada acerto somos reinaugurados, ficamos mais longe das nossas imperfeições. Mas é a reincidência nas bobeadas que autentica nosso lado mais verdadeiro, humano e normal. 

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Ci>> Meu erro (Paralamas do Sucesso) 

Eu quis dizer, Você não quis escutar
Agora não peça, Não me faça promessas...

Eu não quero te ver Nem quero acreditar
Que vai ser diferente Que tudo mudou...

Você diz não saber O que houve de errado
E o meu erro foi crer
Que estar ao seu lado Bastaria!
Ah! Meu Deus!
Era tudo o que eu queria, Eu dizia o seu nome
Não me abandone...

Mesmo querendo Eu não vou me enganar
Eu conheço os seus passos
Eu vejo os seus erros
Não há nada de novo, Ainda somos iguais
Então não me chame
Não olhe prá trás...

Você diz não saber O que houve de errado
E o meu erro foi crer
Que estar ao seu lado Bastaria!
Ah! Meu Deus!
Era tudo o que eu queria, Eu dizia o seu nome
Não me abandone jamais...

Amigas de infância

"Conhecendo a nós mesmos e vendo o nosso ser como uma esfera cambiante de opiniões e humores, aprendendo assim a nos menosprezar um pouco, colocamo-nos novamente em equilíbrio com os outros." (Nietzsche)

Houve um tempo na vida em que quis voltar aos lugares onde me senti feliz. Foi quando descobri que a memória é seletiva, ao mesmo tempo em que traiçoeira – voltar não apenas me revelou que a felicidade é um bem que não pode ser resgatado, como muitas vezes aumentei seu tamanho para acobertar as tristezas que sofri e que por algum motivo jazem ocultas nalgum recanto de minha alma.


Somos diversos, e nessa teia de emoções em que se divide nossa memória ora jogamos luzes em emoções irrecuperáveis, ora condenamos à sombra tristezas mal resolvidas. Sim, a tristeza é uma emoção que requer resolução. Diria mais: exige! Impensável viver com ela à solta pelos cantos de nossa alma, qual um macaco alucinado a desarrumar os móveis de nossa casa, nossas idéias e esperanças, nossos sonhos e desejos.


Ao contrário do que acreditei por muito tempo, a tristeza não me afasta da felicidade. As duas são tão opostas quanto necessárias, vivem grudadas como amigas de infância. Não sabem viver sozinhas, não conseguem sair sem companhia e se dão ao luxo de prescindir do dom da independência...


Infortúnio é ser e estar indiferente. É quando a emoção não nos importa, é quando viver se torna ato burocrático - fugimos dos extremos, acreditando que nos aproximaremos do equilíbrio e da harmonia, da calmaria e da quietude. A felicidade carece da tristeza para se realizar, como a tristeza é a paga que a vida nos cobra pelos desvios cometidos. Mas ao invés de castigo, ela é bênção. Ao contrário de punição, ela é desafio.


A indiferença, como tudo o mais que nos afasta da emoção, é a recusa do descobrir-se, é a repulsa à felicidade como processo evolutivo. É o engano traiçoeiro de que podemos, a qualquer momento, fechar as portas do coração para o mundo e ignorar o que se passa além de nosso umbigo. É a ignorância de nossa incompletude.


Somos vários, somos muitos, e graças a isso somos unos. Na coragem generosa de se abrir para o outro é que conseguimos nos aproximar do que somos. O homem não pode ignorar quem o circunda, como o navegante não pode evitar a tormenta. Somente a intensidade da vida nos permite realizar nossa síntese.

 

(Alexandre Pelegi, jornalista e consultor; editor do Primeiro Programa, Rede Transamérica FM; autor do livro 'Acertar é Humano')

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Ci>> Sentimentos que andam juntos, caminham juntos e não têm sentido um sem o outro. Ora quero, Ora não quero, Ora pareço feliz, Ora me sinto feliz (e há uma grande diferença nestes dois ultimos)... Finjo sentimentos e estados de espírito a mim mesma, para que eles não me absorvam por completo e me tornem uma planta sem seiva, sem cor... SECA! são tao intensos que chegam a emanar de meus poros em pequenas gotas de felicidade ou de tristeza ("...depende de como e de quando voce me ve!" C.Lispector). SDJ!                        

Olhos e Ouvidos


(por Alexandre Pelegi)

Existe uma distância impalpável entre o que dizemos e o que fazemos. A isso se dá comumente o nome de coerência. Outros preferem acreditar que quanto menor esta distância, mais ela acaba funcionando como um potente indicador de honestidade.


Coerência e honestidade são virtudes que se completam e geralmente estão por trás de boa parte de nossos orgulhos ou decepções na vida. Como não desenvolvemos sentidos mais acurados para diferenciar pessoas honestas dentre as desonestas, pautamos nosso juízo pelo que ouvimos ou lemos. Somos em grande parte olhos e ouvidos, e reagimos emocionalmente ao que a audição e a visão nos informam. Em linhas gerais, olhos e orelhas funcionam como nossos grandes guias sociais.


Enquanto a humanidade não desenvolver outras maneiras para nos guiar neste mundo, resta-nos esperar que os humanos diminuam as distâncias entre o que prometem e aquilo que cumprem. Na política, um mecanismo essencialmente social, temos um exemplo de como essas distâncias são por demais elásticas.


Mas não será a política apenas um termômetro de um fenômeno anterior? Não nos mostrará a falência moral em que mergulhamos? Melhor dizendo, não será a política um resultado ampliado desse estado de coisas?


Olhe ao redor e perceba como, em inúmeras situações, e em quase todas as instituições sociais, a lassidão moral tornou-se regra ao invés de exceção. Muita gente se pergunta porque não existe reação social a tanto escândalo e corrupção. Parte da resposta está em nós mesmos, que temos aumentado a distância entre o que dizemos e o que fazemos, entre como reclamamos ao mesmo tempo em que nos excluímos das causas dos problemas...


A história da humanidade pode ser contada a partir desse elástico que ora afasta, ora aproxima, virtudes tão essenciais para a sobrevivência da raça humana. O que vale lembrar é que coerência e honestidade não são atributos dos deuses - nascem da necessidade do homem em viver em paz e harmonia.

 

(do site do primeiro programa - 22-2-2010)

Escolha o seu assalto preferido.

ASSALTANTE BAIANO
Ô meu rei ... ( pausa )
Isso é um assalto ... ( longa pausa )
Levanta os braços, mas não se avexe não ... ( outra pausa )
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado ...
Vai passando a grana, bem devagarinho ( pausa pra pausa )
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado.
Não esquenta, meu irmãozinho, ( pausa )
Vou deixar teus documentos na encruzilhada .

ASSALTANTE MINEIRO
Ô sô, prestenção
issé um assarto, uai.
Levantus braço e fica ketin quié mió procê.
Esse trem na minha mão tá chein de bala ...
Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje.
Vai andando, uai ! Tá esperando o quê, sô ?!

ASSALTANTE CARIOCA
Aí, perdeu, mermão
Seguiiiinnte, bicho
Tu te fu. Isso é um assalto .
Passa a grana e levanta os braços rapá .
Não fica de caô que eu te passo o cerol ...
Vai andando e se olhar pra tras vira presunto

ASSALTANTE PAULISTA
Pôrra, meu ...
Isso é um assalto, meu
Alevanta os braços, meu .
Passa a grana logo, meu
Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar
o ingresso do jogo do Corintian, meu . Pô, se manda, meu

ASSALTANTE GAÚCHO
O gurí, ficas atento
Báh, isso é um assalto
Levanta os braços e te aquieta, tchê !
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê.
Passa as pilas prá cá ! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro
fala.

ASSALTANTE DE BRASíLIA
Querido povo brasileiro, estou aqui no horário nobre da TV para dizer que no
final do mês, aumentaremos as seguintes tarifas: Energia, Água, Esgoto, Gás,
Passagem de ônibus, Imposto de renda, Lincenciamento de veículos, Seguro
Obrigatório, Gasolina, Álcool, IPTU, IPVA, IPI, ICMS, PIS, COFINS...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Um pouco de poesia

"... já o sabia, há trinta anos o sabia,
não passou o tempo
o deambular permanece
quando não me encontro perto
ou dentro de ti
exilo-me e dói
-quem compreenderia? ....
 
...Que me levas ao sonho
de te transformar/mos
Ainda mais: Quero ver/mos
Mutantes
Burlando a fronteira do tempo
E do espaço."
 
Horacio Costa
 
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Ci>> acabo de assistir a uma peça na Casa das Rosas, chamada "Poetas em cena", que encena alguns poemas de Horacio Costa. Recomendo, é muito bom, e o ambiente maravilhoso (cercado pela belissima Casa das Rosas). Uma mistura de beleza e sabedoria...
Este trecho foi o que mais me tocou... sabemos o pq... Smiley piscando Emoticon

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Noite


Há tantas coisas germinando na noite, que nem sei como enumerá-las. À noite nascem as revoluções tanto as que vão triunfar como as que só se realizam em pensamento, e são quase todas.
Os revolucionários viram-se, inquietos, na cama. E também os que se converterão, pela manhã, a religiões novas. E os amorosos. Análises emocionais levadas ao extremo da tortura arrastam-se pela horas lentas da noite.
Como a noite é rica! A noite é o tempo de não dormir; é o de velar e procurar; de criar mundos.
Demétrio quis prolongar a noite obturando todas as frestas do quarto, para que não entrasse a luz. Luz não entrou. Demétrio gozou da noite plena, continuada, e todos os pensamentos lhe floresciam. Construiu sistemas filosóficos. A escuridão era propícia a teorias políticas. Nenhum crítico foi mais perspicaz do que Demétrio, na literatura e nas artes. Aquela noite era fantástica. Demétrio quis experimentar as sensações de horror, êxtase, humilhação, glória, poder e morte. Morreu, mesmo no escuro.
Tendo sentido a morte em seu interior físico, não pôde mais tirá-la de si. É o único morto, conscientemente morto, de que já ouvi falar nesta vida. A noite é fantástica.
Carlos Drummond de Andrade
by Leonardo - Blog "Amigos do Freud"

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Ci>> ... me queira bem, durma bem meu amooooor!!!! (Ivete Sangalo) - a noite e os sonhos... quanta energia solta durante este período em que o que se quer esconder invade os nossos quartos, os nossos sonhos e pumba! aqui estão nossas grandes intimidades expostas... ainda bem que sonho não reflete imagem! mas por outro lado, se refletissem, nos poupariam de ter de contá-los e seriam ainda mais verdadeiros, pois escancarariam os tímidos, escrachariam os acanhados, e nos desnudariam para quem quisesse assistir... cenas tórridas de sonhos quentes, cenas lúdicas de sonhos bobos e sem sentido, cenas inesquecíveis de amores impossíveis! Sonhos em noites em que tudo o que se pode ver é o interior de si mesmo... e viva a escuridão da noite!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

UMA LUZ

Por vezes, tanto empeço na estrada,
Que indagas, coração, de alma desencantada,
Por que meios humanos prosseguir...
Entretanto, ergue a fronte, ao vasto firmamento,
Da nuvem mais pesada ou do céu mais cinzento
Uma luz há de vir...

Deus a ninguém esquece... Ante a sombra noturna,
Sem bússola na selva imóvel e soturna,
O viajor se detém, sem coragem de agir;
Pára, pensando em Deus... A névoa se condensa...
Mas a oração lhe diz, além da sombra imensa:
Uma luz há de vir...

Abate-se na mina a sinistra barragem,
Pedras, detritos e lama impedem a passagem,
Vozes clamam, no fundo, a gemer e a pedir;
Eis que a prece se eleva e, ao socorro da Altura,
Gritam vozes de irmãos, promovendo a abertura:
Uma luz há de vir...

É noite. Sobre o mar, há bulcões em batalha,
Relâmpagos relembram fogo de metralha
No trovão a rugir;
O barco, aos vagalhões, treme, estremece, estala
Pequena multidão, ora, espera e se cala...
Uma luz há de vir...

Desse modo, igualmente, alma fraterna,
Quando a prova por sombra te governa,
Qual noite que te oculta as visões do porvir,
Quando tudo pareça escuridão que avança,
Trabalha, serve, crê e ouve a voz da esperança:
Uma luz há de vir...


pelo Espírito Maria Dolores - Do livro: Maria Dolores, Médium: Francisco
Cândido Xavier.

A impontualidade do amor

Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora
dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser
hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.
Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por
telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do
esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para
relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde
demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras.
O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que
você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora
que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de
jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa
uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara
em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não
foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns
aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio
numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar
a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas,
nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode
estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um
banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando
sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o
maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é
imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no
dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor
odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da
tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar
carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é
sofrer. Amar é surpreender.

Martha Medeiros

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Ci>> OK, Capitão! Mudando a rota! rs

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Sonhe

"Sonhe, ainda que o sonho pareça impossível
Lute, ainda que o inimigo pareça invencível
Suporte a dor, ainda que pareça insuportável
Percorra por onde os bravos não ousam percorrer
Transforme o mal em bem, ainda que seja necessário caminhar mil milhas
Ame o puro e o inocente, ainda que seja inexistente
Resista ainda que o corpo não resista
E, no final alcançará aquela estrela,
ainda que pareça inalcançável"
 
(Alessandra)