quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A elegância do comportamento / Limitações (do site do primeiroprograma.com.br)

PALAVRA-CHAVE
Paixões

"São as paixões, e não os interesses, que guiam o mundo".
(Émile Auguste C. Alain)


FRASE MUSICAL

"Por tanto amor, por tanta emoção, a vida me fez assim: doce ou atroz, manso ou feroz, eu, caçador de mim...".
(Sérgio Negrão / Luiz Carlos Sá)




TOQUES



"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é um imenso prazer pra mim, dividir um planeta e uma época com você".
(Carl Sagan)


"A nossa responsabilidade nesta vida não é a de estar na frente das
pessoas, mas sim de estar na frente de nós mesmos".

(Stewart B. Johnson)


"Um homem de negócios é aquele que compra a 10 e fica satisfeito quando vende a 12. Os outros compram a 10, deixam subir até 18 sem fazer nada, esperando que chegue aos 20. Quando o preço cai para 2 esperam que volte aos 10 para venderem".
(VS Naipaul, novelista)




TOQUE BRAHMA KUMARIS

Palavras

Pense sempre nisso: as palavras podem afagar ou machucar; criar ou destruir; unir ou fragmentar. Uma vez ditas, nunca mais podem ser revogadas; continuam vibrando ao redor, com uma força que vai além de qualquer controle e produzindo reações positivas ou negativas. Lembre-se: sua fala indica o que há em sua mente. Paz mental produz palavras serenas; preocupação mental produz palavras severas. Portanto, acredite no poder de suas palavras e use-as de forma valiosa; sempre!


(por Brahma Kumaris)



TEXTO ATITUDE



Divulgação/Arquivo


A elegância do comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples "obrigado" diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.


E nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece.

É quem presenteia fora das datas festivas.

É quem cumpre o que promete.


É quem não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.


Oferecer flores é sempre elegante.

É elegante não ficar espaçoso demais.


É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...

É elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.


É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...


Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não-arrogante.

É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.

Abrir a porta para alguém é muito elegante.

Dar o lugar para alguém sentar, é muito elegante.


Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma.

Oferecer ajuda é muito elegante.

Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.


Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.


A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.


Divulgação/Arquivo


Limitações

A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.

Um homem diz: "Acho que sempre serei um batalhador". Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque "não adianta mesmo....". Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.

Já outro homem diz: "Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!". E o homem consegue!


Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: "É tudo tão difícil! Faça isso por mim". Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente. Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.

Em poucas palavras: Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.


(texto de Andrew Matthews no livro "Seja Feliz")



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