quarta-feira, 1 de maio de 2013

Os 6 arquétipos femininos do BCG ainda valem?

No Brasil, cada vez mais se fala em público feminino como alvo de consumo, mas a praxe é ainda segmentá-lo principalmente com parâmetros sociodemográficos. O Boston Consulting Group (BCG) fez algo diferente: segmentou-o em arquétipos conforme o comportamento/estilo de vida, a partir de uma pesquisa com amostragem mundial (12 mil mulheres em 21 países), que saiu em livro, o que lhe dá mais confiabilidade e precisão. Trouxemos esses seis arquétipos do BCG na edição nº 84 da revista HSM Management, em um dossiê especial sobre o tema (que tinha muita coisa bacana e ainda válida, aliás), e acho pertinente relembrá-los:

1 Mulheres que vivem contra o relógio:
São as consumidoras mais sofisticadas e de mais alta renda. Têm agenda apertada. Sentem-se atraídas por produtos e serviços inovadores. Dividem-se em mulheres que lutam pelo reconhecimento (motivadas pelo sucesso profissional) e mulheres independentes (sem filhos, trabalham intensamente, têm alta educação e realizam poucas tarefas domésticas).

2 Mulheres sob pressão:
São as que mais sentem o estresse da falta de tempo e as responsabilidades. Dividem-se em mulheres multitarefa de sucesso (profissionais com filhos e no controle de suas vidas) e mulheres que lutam pela estabilidade (trabalham, lidam com tarefas domésticas e o tempo nunca é suficiente).

3 Mulheres que se concentram em relacionamentos.
São jovens, têm bom nível educacional e sentem-se mais motivadas para ter uma família feliz do que pelo sucesso profissional. Têm alta renda e dedicam a maior parte do tempo ao marido, aos amigos, a viajar e a se divertir.

4 Mulheres satisfeitas com filhos independentes:
A maioria tem mais de 50 anos. Seus filhos já não moram com elas. Algumas, ainda casadas, dedicam tempo ao marido. Sua preocupação principal é a saúde e envelhecer com dignidade. Trabalham menos horas e têm tempo disponível para o ócio.

5 Mulheres sozinhas:
São divorciadas ou viúvas, administram a própria vida. Um bom plano de saúde importa mais do que um novo amor. Vivem menos confortavelmente do que no passado, o que lhes gera mal-estar. Valorizam a autonomia e sua prioridade é o trabalho.

6 Mulheres que lutam para chegar ao fim do mês:
Vivem estressadas, administram seus gastos no detalhe, são infelizes e não investem tempo nem dinheiro em artigos de beleza ou academias. Carecem de estudos universitários, o que afeta seu nível de renda e contribui para os baixos níveis de satisfação pessoal.

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